O sol sempre volta.

Há vezes que as palavras não saem, eu paraliso, porque sou crítica demais quando deveria acolher meus sentimentos.
Eles não foram acolhidos nos momentos essenciais para que eu pudesse conhecê-los. E crianças privadas de sentir se tornam adultos perdidos em suas mentes carregadas de emoções.
Nem sempre há fuga nos momentos difíceis, às vezes só há a opção de sentir até que passe.
Nem sempre haverá lugar para ir, e eu temo os dias de tempestade que não há sol para aquecer nossos corpos lá fora.
Já posso ouvir as janelas batendo, o vento assobiando e o peito apertando por não haver fora daqui. Mas estarei com as velas acesas antes mesmo que a luzes se apaguem.

Postagens mais visitadas deste blog

Destroços Recicláveis

Prazer Momentâneo

Maré de Flores Mortas