bombas inativas mentes explodem de forma gradativa falta ar falta saliva mas o café frio aquece o peito e sempre a mil eu não deito sigo no ritmo é o jeito de não parar quando para o pulso que pulsa o café senfé e se o caos não tirasse a calma que para a mente que mente não haveria outra forma de pensar no que sente achar novos espaços para pedaços de gente
prazer momentâneo é a bebida que bebo é o dia espontâneo nunca é tarde nunca é cedo é o hoje sem amanhã não estou sã nem sóbria ansiedade consome me some a calma e só tenho fome fome de vida de alimento a noite é sofrida mas você não some garrafas de bebida no chão; você na minha cabeça não mexa com o coração você está depois da alegria e antes que eu entristeça prazer momentâneo esperando você ir embora sentimento inidôneo é querer que você fique quando você já sabe onde mora.
querer estar ora perto ora distante sem avante ou marcha ré cansar-se da poesia que é disfarce p'ro que angustia na baixa maré já sem força p'ra estar de pé afogo dores e jogo flores faço poema invento cores quem sabe... não doa tanto usando palavras que rimam com o pranto